BOA NOTÍCIA: ARQUIVO DIGITAL EM PERÍCIA MÉDICA?

Publicado em: 16 de jul, 2018

Assim como os hospitais e estabelecimentos prestadores de serviços de saúde, os serviços de perícia médica também sofrem com a obrigatoriedade de manter o armazenamento dos processos, laudos e documentos médicos que compõe os “prontuários periciais”.

Pela lei atual, tais documentos devem ser preservados e armazenados por 20 anos após o último movimento.

Significa que um laudo pericial emitido hoje, seja para instruir processo judicial ou administrativo (para concessão de um benefício previdenciário, por exemplo), não poderá ser destruído antes de 2038, e deverá permanecer sob a guarda da instituição, devidamente arquivado e resguardado quanto à segurança do sigilo das informações médicas.

Fácil imaginar o volume de papel que vai se acumulando dia a dia, e o espaço necessário (além do pessoal e mobiliário) para acomodar toneladas de informação sigilosa, cujo crescimento é exponencial.

Porém, surge uma luz ao fim do túnel!

Partindo de notícia postada no meu blog, aponto para a possibilidade de estender a abrangência de futura lei (o projeto foi aprovado no Senado) também para o setor pericial.

Embora o projeto tenha por objetivo maior os prontuários hospitalares, a digitalização também será possível para os laudos médicos periciais, bem como para prontuários e fichas de atendimento ambulatorial, entre outros.

Com a possibilidade de destruição dos documentos físicos atualmente em arquivo, e com a implementação de sistema informatizado (que permite a elaboração de novos documentos na forma virtual), toneladas de papel irão literalmente para o espaço, e serão armazenadas em nuvens de arquivamento digital.

A natureza agradecerá, e as instituições, certamente, mais ainda!

Veja detalhes e esclarecimentos sobre o projeto em www.claudiotrezub.com.br


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