VIAJANDO COM SEUS MEDICAMENTOS SEM SE PREOCUPAR

Publicado em: 17 de jan, 2019

Há pelo menos um item comum na mala de todo turista: seus remédios. Sejam  comprimidos para dor de cabeça, ressaca, ou dores no corpo, os remédios não podem faltar nem mesmo nas férias. Porém nem sempre é tão simples viajar com medicamentos. Portanto, há certos cuidados que devem ser tomados antes de se embarcar para as férias.

Para viagens de avião dentro do Brasil, vale a indicação da Agência Nacional de Aviação Civil. De acordo com a Anac, é recomendável que os remédios sejam transportados nas embalagens originais, preferencialmente lacrados, acompanhados das devidas prescrições médicas e das indicações de uso.

viagens internacionais podem ser um pouco mais complexas. Como as receitas médicas brasileiras não são válidas em outros países, é importante levar uma cópia em inglês, e com a prescrição da quantidade suficiente para o período das férias. As notas fiscais dos remédios também podem ter grande valia na hora das fiscalizações em aeroportos.

Todas essas informações servirão de respaldo para comprovar para as autoridades que os remédios transportados são necessários para o passageiro, e naquelas quantidades. As dicas são ainda mais valiosas para pessoas que tomam medicamentos de uso contínuo ou possuem doenças crônicas, uma vez que os medicamentos devem ser transportados na bagagem de mão, onde a fiscalização é mais minuciosa.

Outros pontos a se atentar, no uso e transporte de medicamentos durante o voo:

  • Insulina ou mesmo alimentos especiais devem ser transportados apenas na quantidade necessária para uso durante o voo;
  • Outros medicamentos injetáveis podem ser aplicados também, desde que a as agulhas estejam devidamente acondicionadas em embalagens lacradas — e é importante apresentá-las aos fiscais durante o procedimento de embarque;
  • Cilindros de oxigênio podem ser levados no voo, mas o procedimento é mais complexo, já que são materiais proibidos. Assim, a companhia aérea deve ser comunicada com, pelo menos, 72 horas de antecedência, e mediante comprovação de que o instrumento é necessário para o paciente;
  • Medicamentos que devem ser mantidos refrigerados também devem ser comunicados à empresa aérea com 72h de antecedência, pelo menos. Como não é permitido embarcar com gelo, no avião, os funcionários podem acomodar sua medicação em compartimentos apropriados.

De qualquer maneira, é importante informar-se a respeito das normas da companhia aérea e do local de destino. Há países com leis muito mais restritivas que outros quando o assunto é a entrada de medicamentos.

É possível contactar a Anvisa para obter informações e orientações específicas sobre o país de destino, evitando-se assim, desnecessárias dores de cabeça.

E, caso já tenha tido algum tipo de experiência em aeroportos, compartilhe-as conosco no campo de comentários deste post!

Redação: Marisol de Freitas Vieira
Revisor: Dr. Cláudio J. Trezub

Links úteis
Como orientar seus pacientes para viagens de férias – Medscape
Anvisa – Contato

 


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